27 de março de 2016

ALGUMAS LEMBRANÇAS DOS ANOS 60 - 70




           - Taís Luso de Carvalho

Para esquecer um pouco a política brasileira (um caso à parte), hoje trago algumas recordações dos anos 60 e 70.
Começo lembrando da alegria de muitas famílias do sul do Brasil ao casarem as filhas com militares, médicos ou funcionários do Banco do Brasil. Diziam os pais, pegando a linguagem de hoje, que funcionário do BB era 'O Cara'! Eram?
O costume era namorar, noivar e casar. Nessa ordem mesmo, crescente!
Também, na mesma época, as mães do interior, principalmente as de origem italiana e alemã, gostavam de ver seus filhos tornarem-se 'padres'; era uma benção ter um padre na família. Então lá vinha a gurizada, com sotaque enrolado, estudar no Seminário de Viamão.
Hoje os Funcionários do BB não são mais aquela Brastemp (e nem a Brastemp é mais aquela geladeira). E os padres já não estão sozinhos com aquele bolão, dividem o meio de campo com os pastores evangélicos e outras religiões – tudo em ebulição. Em suma: nada é mais aquilo.
Nesse mesmo período, o sonho das moças era tornarem-se aeromoças da Varig - a primeira companhia aérea brasileira a ser fundada no Brasil - 1927, no RS.
Realmente tinha Glamour. Viajar de avião era uma festa, e a Varig era sinônimo de requinte. Hoje, longe disso; o negócio ficou na fome: barrinhas de cereal, bolachinha e 'refri'. Ficou mais democrático, mas exageraram na dose da economia. Quando encarei o tal kit, tive certeza que fui contemplada com a Bolsa Fome.
As Missas dos domingos eram o maior mistério, mas era bonito: o padre - ainda de costas -, mandava tudo em latim! Não se entendia bulhufas, mas os fiéis adoravam responder ao Dominus vobiscum : - Et cum spiritu tuo!!!
Estudar latim, no curso Clássico, era traumático. Nenhum dos alunos sabia para que servia. Mas apesar da choradeira, ficava-se sabendo de sua importância no término da faculdade. Ou nunca. Latim sempre foi a pedra no sapato dos estudantes!
Outro marco, magnífico, aconteceu em 1972 quando da primeira transmissão pública de TV em cores produzidas no Brasil. Foi maravilhoso ver o mundo real.
E os Beatles 1960 / 1970? O negócio bom era destrambelhar. Instalou-se a rebeldia jovem no mundo a partir da aparência, uma mistura estranha, junto com a paz e o amor dos hippies. Embora esses fossem muito despirocados, foi um movimento fundado pelos alunos de universidades da Califórnia, no começo dos anos 1960. O ponto alto era a luta contra a Guerra do Vietnã (1955-1975). Enquanto pediam a paz no mundo, Roberto Carlos no Brasil (Jovem Guarda) mandava brasa: e que tudo o mais vá pro inferno...
Mas um dos trabalhos de maior relevância foi o advento da pílula em 1960, nos Estados Unidos, e que significou uma verdadeira revolução nos hábitos sexuais do mundo ocidental. A primeira pílula foi a Enovid 10, trabalhada às escondidas, pois os contraceptivos estavam oficialmente proibidos nos Estados Unidos até 1965.
Pois é, muitas mudanças aconteceram. Umas boas, outras nem tanto. O problema sempre foi conseguir o equilíbrio nas mudanças, nos exageros que tiraram muita gente do prumo. E como tiramos conclusões das gerações passadas, daqui a anos outras gerações tirarão conclusões a respeito dos tempos de hoje. Inclusive do cenário político que será contado como um dos episódios mais embrulhados e misteriosos da Idade contemporânea. Estudarão as posturas, costumes e mistérios dos anos 2000. Ficarão alarmados, confusos talvez, com uma república chamada Brasilis.
E nós ficaremos na história. Com que nome? Não sei. Vai ficar ao gosto do freguês. Mas terá de ser algo muito louco.
Não deixaremos por menos!




32 comentários:

  1. Adorei relembrar tantas coisinhas aqui... Era legam mesmo namorar,m noivar e casar e mesmo que "comêssemos a merenda antes do recreio",rs pra todos efeitos, éramos apenas namorados. Hoje tudo às claras.
    E assim fomos...Coisas boas nas mudanças, outras muito ruins. Importa é que tenhamos boas recordações pra ainda hoje risadas dar, contando aos filhos...

    Valeu t ler! Linda semana! bjs, chica

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  2. BOA NOITE
    Que tudo o que sonhamos se transforme em realidade.
    Que o Amor pelo próximo seja nossa meta absoluta.
    Que nossa jornada de hoje esteja repleta de flores.
    Feliz Páscoa

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  3. Taísinha,

    Esta tua crônica está uma maravilha. Não só está bem escrita, como sempre acontece, mas traz um rico repertório dos costumes do nosso país nos anos 60 e 70. Tenho certeza de quem viveu naquela época, mesmo sendo criança ou adolescente (adulto também) vai matar a saudade de um tempo tão bom para se viver.

    Beijinho daqui do escritório.

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  4. Pois é Taís como diz uma musica: De repente tudo muda...
    Que beleza de cronica com este belo apanhado da historia dos costumes e suas mudanças no tempo.Ter vivido tudo isto é muito bom e vem saudades.
    E somos um poço desta saudade.
    Uma Feliz Páscoa amiga com renovação de esperanças que nos façam sonhar com este mundo melhor e mais justo que tanto gritamos e sonhamos.
    Meu abraço amiga.
    Bju da paz.
    Uma linda semana para voces e que seja menos barulhenta e decisiva.

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  5. Acróstico

    Outros tempos, outros valores e modas
    Uns estranhos outros não, estava na rua
    Tudo que era ruim não mais incomoda
    O que foi bom contudo, por aí continua
    Recordamos, portanto de forma seletiva
    O que agrada, permanece com a gente
    Ressentimentos, prá lata de lixo coletiva
    Apenas vivendo como seres inteligentes.

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  6. Los buenos años, las buenas costumbres así se vivía con tranquilidad a la vez son buenas reseñas las de hoy, un abrazo.

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  7. E que lembranças, cara amiga Tais. Somos de outro tempo, quando havia um pouco vergonha nas pessoas; tempos de hábitos mais salutares. A revista Seleções marcou-me demais. Minha pai assinava a Seleções e o Correio do Povo, o róseo. Minhas primeiras leituras correntes; pelos nove, dez anos, foram nesses dois veículos. Toda vez que leio cronicas, sobretudo, bem feitas como a vossa, parece que entro no túnel do tempo, mas, enfim, já disseram que recordar é viver...né amiga?
    Um abração. Posso dizer que com a leitura deste post ganhei o dia.

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  8. Interesting and great memories.
    Beautiful week.
    Greetings.

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  9. A crônica ótima! Coisas boas e ruins aconteciam, mas o bom de hoje é a liberdade da mulher, embora muitas confundam com libertinagem e o decréscimo do machismo que naquela época era muito maior que hoje, e não existe coisa que me revolte mais que isso. Mas naquela época tínhamos mais romantismo e a inocência infantil era algo muito lindo e cultivado.
    O importante nesta crônica é a maneira como escreves, mostrando seu bom humor contagiante, e que me faz ansiar por outras e outras...
    Como sempre é uma alegria abrir seu blog e encontrar um texto, e este como todos os outros divertiu-me muito.
    beijinhos
    Léah

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  10. Politicamente falando, tocando na ferida, nunca estivemos tão ruins, nunca o cenário tão turbulento. No mais tudo muda é natural, "De permanente só as mudanças". Beijos!

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  11. Obrigado por ter me feito viver outra vez tantas fases gostosas da Vida, Tais.
    Meu abraço!

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  12. Olá,Tais,sim,estou bem, creio que aqui,também...parabéns pela crônica, muitos com certeza, sentiram aquela saudade gostosa e a possibilidade de reviver a própria história, com a mente e o coração revisitando lugares, pessoas,profissões...
    não sou dessa geração, mas, sei que cada geração tem suas características mais expressivas, influenciadas por diversos fatores -políticas, tecnológicas, econômicas e passada essa, muitas mudanças aconteceram.Certamente de grande impacto -como diria o outro- não apenas no profissional, mas também no pessoal. Como relatado... umas boas, outras nem tanto.E os exageros que tiraram muita gente do prumo...sim,ficaremos na história, mas, penso que nesse mundo extremamente veloz, com excesso de informação e claro, com escassez de tempo, essa geração terá muitas dificuldades em contar a sua história - da sua geração... tem tanta coisa acontecendo, nesse momento, que o que sabemos , aprendemos,vivemos, já estarão ultrapassadas e obsoletas "amanhã"... pelo menos, é isso que parece.Quem viver, saberá!E que seja muito louco!
    Obrigado pelo carinho,feliz semana,belos dias,beijos!

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  13. Olá Tais,

    Uma verdadeira viagem ao túnel do tempo.
    Quantas coisas já vivenciamos, hein?
    Para esquecer o desastroso momento político atual só mesmo fazendo uma visitinha ao passado da história.
    Lembro-me do latim e que a professora da disciplina era uma irmã de caridade brava demais. Impossível esquecer minha última prova oral com ela. Passei no susto-rsrs.
    Algumas mudanças, realmente, nem sempre ocorrem com resultados satisfatórios, mas certo é que fazem parte da roda da vida.
    Tenho saudades de alguns costumes do passado, que me remetem a gostosas recordações.

    Adorei a crônica.

    Beijo.

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  14. Nossa que ótimas recordações!
    Muito bom Tais. Pena que daqui a alguns anos, não podemos falar o mesmo de agora...
    Tenho saudades dos tempos de outrora!
    Um grande abraço!
    Boa noite Tais!
    Mariangela

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  15. Oi, Tais!
    Naqueles anos haviam os Concursos de Misses ( o RS era e ainda é o Estado das brasileiras mais belas) e Festivais de MPB.
    Agora, torcer, só futebol e olha que nem tem mais aquela empolgação!
    Lembro-me também do namoro dentro do Fusca!
    Boa postagem, amiga!
    Beijos!

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  16. Um belo texto minha amiga e que bom foi "mergulhar" neste passado.
    Um abraço e uma óptima Quarta-Feira.

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  17. Oi Taís, vivi essa época, casei-me em 1971 com um meio primo para sair do interior e fomos morar numa cidade grande, lá fui muito feliz.
    Mudava sempre de emprego, fazia concurso e passava.
    Depois veio o infortúnio da morte do meu marido,peguei meu filhinho de dois anos e rumei para o interior, fiz concurso novamente e passei. Depois veio o amor que hoje cuida de mim.
    Eu sempre fui uma mulher de sorte, agora veio as doenças e enfraqueci.
    Beijos
    Lua Singular

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  18. Minha amiga, sou dessa época e, embora recorde com saudade certas coisas, outras nem por isso. Era já adolescente quando tive tv em casa e, numa aldeiazinha, era impensável uma menina ir a um café assistir tv; só os rapazes tinham esse direito. A missa era em latim, não entendiamos nada, mas faltar à missa no Domingo era proibido E a catequese? Um horror, pois era ensinada pelas "beatas" que não saiam da igreja e, qualquer desatenção, lá ia um estalo. Sou de linguas e pt estudei latim; mesmo hoje, quem seguir linguas aprende latim, segundo dizem para que se entenda melhor o português; de facto ajuda se pensarmos na dificuldade da nossa lingua;um exemplo que sempre dou é jirafa, giboia; uma com j outra com g e isso só se explica pela origem latina. Por acaso dei- me bem com essa disciplina. Um dificuldade daquela época era a dificuldade para se estudar. Os transportes públicos naquela altura, para quem vivia na aldeia ( p vocês roça ) não existiam e, então, com 10 anos, quando terminei a escola primária ( até ao quarto ano ) tive que ir para uma cidade vizinha e ficar hospedada numa senhora que alugava quartos e cuidava de nós. Imagino o que teria feito a minha filha se, com essa idade tivesse que sair de casa. Claro, isso deu-me muita maturidade, mas não foi nada bom. Quanto aos Beatles ainda lembro do meu irmão a usar " calças à beatle, sapatos e tb cabelo à beatle.
    E o namoro? Amiga, na aldeia, ai daquela que ousava entrar no carro do namorado. O meu irmão só podia sair com a namorada se eu ou o irmão dela fossemos junto; quando me tocava a mim, eu ficava em casa de uma tia minha e eles seguiam sozinhos; à tardinha, pegavam- me e voltavamos os três para a aldeia; a mãe dela ficava satisfeita e eu... aborrecidissima. No meu caso isso não aconteceu, porque os meus pais viam aquela " fantochada " e resolveram que eu poderia sair sozinha com o namorado.
    Foi muito bom recordar esses tempos que, como acontece agora, iveram coisas muito boas, mas tb algumas bastante más. Obrigada, Tais, por este belo momento. Um beijinho e até breve
    Emilia

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    1. Meu Deus Tais!!!!!Quis dar uma lição de Português e olha o erro que dei...girafa e jibóia e não como escrevi. Não tenho nada contra os comentários moderados, mas um dos problemas é este; logo que publiquei deu- me um clic e vi que tinha errado, mas.... já não pude fazer nada. A sorte é que tu não demoras a publicar, como acontece com alguns que usam a moderação de comentários.
      outro erro.... Um problema...era a dificuldade ...
      Nem parece que sou de letras!!!!!
      Desculpa, amiga! Bjo
      Emilia
      Emilia

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    2. Não te preocupes, vários comentários aparecem com errinhos. São escritos na janela e não vemos certas coisas quando elaboramos um texto. Acontece, e muito! Costumo dizer que são erros da 'pressa'! Cometo, também.
      beijo!

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  19. Boa noite querida Tais.
    Não não sou dessa geração, mas, sei que cada geração tem suas características e ocorrendo muitas mudanças. Como sempre uma ótima cronica. Um feliz final de semana para você e para o Pedro, obrigada pelo carinho de ambos comigo. Vocês são um casal que admiro muito, raro ver uma união tão completa como a de vocês hoje em dia, um belo exemplo que o amor existe. Enorme abraço.

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  20. Tais, amei sua crônica. Não vivi a loucura dos Beatles nem a revolução causada pela pílula. Sou do interior kkkk, onde se namorava, noivava e casava, como mencionou. Mas me lembro dos que eram considerados bons partidos (rss) pelos pais e sofri com o latim. Nossa, fiz uma viagem com seu texto. Era tão chique ser aeromoça! E esse foi o sonho de muitas meninas (não meu). As transformações havidas nos costumes são enorrrrrrrrrrrrrrmes, quando paramos para comparar. Algumas aplaudo, porque a liberdade possuía um sentido muito estreito. Olhamos para o passado e entendemos o porque das mudanças. Mas não conseguimos entender o presente. De fato, não sei como ele fará parte da história. Estou certa, porém, que sempre será objeto de questionamentos. Grande beijo!

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  21. Quanta lembrança a Tais me trouxe agora. Recordo que o meu Pai era assinante da revista "Seleções", era eu bem pequeno e é algo que jamais esquecerei.

    Belo post Tais!

    Abraço

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  22. Uma década de uma riqueza cultural, social e musical... que mesmo não sendo a minha... admiro imenso!
    Hoje em dia para nós, por exemplo funcionário do BB... significaria provavelmente... concorrente do Big Brother...
    Enfim! É o sinal do atrofiamento dos tempos actuais... que comparados com essa decada... a tornam ainda bem mais interessante... pois haveria mais valores, posturas e costumes... que se perderam... ou deixaram de ser valorizados...
    Adorei por demais o seu post, Tais!
    Beijos! Continuação de uma excelente semana!
    Ana

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  23. Querida amiga Tais:

    Me has hecho sonreír con estos recuerdos de los años 60-70, pues no es solo en Brasil donde las familias tenían esos sueños para el futuro de sus hijos.

    En ese periodo y en el actual, creo que no hay fronteras ni continentes para que una clase social y familiar tengan las mismas aspiraciones. Hoy en día, la facilidad de las comunicaciones y la información al momento de cualquier acontecimiento que suceda en nuestro planeta tierra, hace que participemos de una forma directa sin importar los kilómetros que nos separen de la noticia.

    Al igual que los acontecimientos sociales, la política también se asemeja, y no solo en Brasil el ciudadano esta cansado y malhumorado de cómo el político de turno, una vez conseguido el poder, se olvida de sus promesas hasta que de nuevo necesitan nuestros votos y la rueda comienza de nuevo.

    Mencionas a Roberto Carlos uno de mis grandes cantantes preferidos y muy querido en España.

    Como siempre una entrada maravillosa pues nos haces recordar momentos de nuestra vida.

    Un fuerte abrazo

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  24. Nasci nos anos finais da década de 78, quando se exacerbava a importação de ídolos da música, da moda e até dos valores para nossa gente. Era chic ter calça Lee, ouvir Beatles e Rolling Stones, criar bandas com nome inglês, The Fevers, Blue Caps, marca USTOP. Sim! Começávamos a largar muito da bossa verde e amarela, passando a importar o que de fato devia nos importunar. Estávamos a permitir americanismos que, subliminarmente, manipulavam o sistema geral: capitalista dominador cujo Tio morava nos States... Mas também era chic parecer com eles!
    Na roça, nossos heróis se mantinham igual, enfrentando secas, fomes, misérias... Tais heróis do campo, quando muito, ouviam o rádio de pilha e eram fotografados a preto e branco tal e qual a vida que levavam: “o preto no branco”, tudo às claras, a dura realidade, mas que nunca desmereceram o solo que, com pés tão rachados quanto o local das pisaduras, numa cena telúrica inconfundível, compuseram as canções de suas vidas com garranchos, sol ardil, comida singela, viola ponteada como pingos ralos das chuvas miúdas do sertão, ajustadas ao piar dos pássaros.
    Heróis sem o saber que continuavam a caminhada dos nossos lideres implacáveis do quilate de Antonio Conselheiro, dos beatos guerrilheiros, dos personagens asseverinados do engenheiro da poesia, João Cabral de Melo Neto, ou por outra, os retirantes das obras de Raquel de Queiroz, de Lins do Rego, outros seres ornados com as rimas de Moacir Laurentino, Cego Aderaldo, da coragem inata de Barbara de Alencar, de Jovita Feitosa, não nos forçando à evocação de mitos internacionais, embora ilustres como Luther King (americano), Mahatma Gandhi (indiano)

    Uma década de uma riqueza cultural, social e musical... que mesmo não sendo a minha... admiro imenso!

    Tais amo vir aqui e me deleitar das suas cronicas... big bj...

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  25. Pois é, Taís. Nem a Brastemp é mais aquela geladeira...rss
    Adoro um texto assim, lucidez, informação e o tempero do
    humor inteligente!...
    Gostei de rever a Elis Regina (sou fã sempre, é para mim
    a estrela maior da música).
    Um final de semana luminoso, querida!
    Beijo.

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  26. Me has hecho sonreír con ese recordatorio que has compartido con nosotros a partir de los años 60.
    No te falta razón, amiga mía, la vida ha evolucionado tanto... hoy la mujer está más liberada y a Dios Gracias, ya no está recluida en la cocina y su misión en la vida no es sólo agradar al marido y educar a sus hijos.
    Los avances tecnológicos, nos han ayudado mucho a simplificar las tareas domésticas para poder dedicarnos a hacer otras cosas.
    Me ha encantado tu entrada.
    Cariños y buena semana.
    Kasioles

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  27. Me has hecho sonreír con ese recordatorio que has compartido con nosotros a partir de los años 60.
    No te falta razón, amiga mía, la vida ha evolucionado tanto... hoy la mujer está más liberada y a Dios Gracias, ya no está recluida en la cocina y su misión en la vida no es sólo agradar al marido y educar a sus hijos.
    Los avances tecnológicos, nos han ayudado mucho a simplificar las tareas domésticas para poder dedicarnos a hacer otras cosas.
    Me ha encantado tu entrada.
    Cariños y buena semana.
    Kasioles

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  28. Tempos de transições...Muito doido tudo isto! Espero que a mudança ocorra logo para podermos sossegar um pouco. Agora é só doideira e ebulição!
    Bjussss
    Bom fim de semana!

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  29. Hola, Thaïs, con su estupendo repaso a nuestro querido siglo XX me ha hecho pensar, que por muchas manifestaciones y pancartas que hayamos visto nada ha significado tanto para la libertad como la píldora y la lavadora automática. Además, con esos dos elementos y Paul Newman, quedó despejada la duda de si Dios existe. Existe.
    Saludos.

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  30. É isso minha amiga, cada época tem os seus ídolos, as suas modas os seus ideais.
    Como nasci em 1957, lembro-me bem de algumas que referir :)
    Também tenho muita curiosidade em saber como classificarão a época actual ;)

    Um beijinho e bom fim de semana

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