22 de março de 2010

NAQUELA NOITE NO BAR / PEDRO LUSO



- Pedro Luso de Carvalho


Luz difusa
sobre a mesa do bar.
Em torno
do copo vazio,
estranhas figuras
avivam
lembranças.


Silhuetas de
casais - sussurros
no escuro
do bar.
Fugazes encontros
eternizam prazer
e mágoas.


Ondulam sombras
nas paredes
do bar.
Ouço a música
sincopada
de Jobim.



19 comentários:

  1. Oi Tais!

    Gostei da poesia. Me senti no ambiente e até ouvi a música!

    Aproveito para agradecer a carinhosa visita e mandar muitas felicidades para o teu filho!

    Veja só, nossos filhos fazem aniversário no mesmo dia! Que maravilha!

    Parabéns pra eles!!!

    Abraço carinhoso pra você...
    Lia♥

    hppt://liaks25.blogspot.com

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  2. Recordei outros tempos...recordei
    belo poema
    beijos

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  3. Não existe embriaguez maior do que a alma louca de um poeta...Doces verdades, escritas com sensibilidade... Bjs querida, obrigada pelo carinho esparramado lá no Solidão.

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  4. Tom Jobim é incrível!
    Linda poesia, Taís. A gente realmente se sente inserida nela...
    Parabéns pelo seu talento.

    Boa noite...beijos.

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  5. E eu que não bebo nada, fiquei com vontade de bebericar ao som de Tom Jobim. Bela poesia,gostosa de (sentar) e apreciar. Montão de bjs e abraços

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  6. Muito bom, lindona!
    Escolheste bem o autor!
    Bjkas, muitas!

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  7. que linda postal...hermosa..:!!

    saludos

    SERGIO...

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  8. Ondulam sombras nas paredes do bar.
    Ouço a música sincopada de Jobim.
    Sem controle, fico tonto, e assim,
    Esqueço tudo, vou beber e namorar.

    Perdoe-me pela brincadeira.

    Belo poema minha amiga, como também uma bela escolha.

    Aproveito para parabenizar o seu filho pelo aniversário.

    Beijos e fique com DEUS.

    Furtado.

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  9. É fechar os olhos e apreciar,
    todo o ambiente descrito...
    Beijo

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  10. Me deu uma saudade boa dos meus tempos boêmios (não da bebida). Apenas da noite. Ficou lindo! Abração. Paz e bem.

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  11. Querida amiga Tais.
    Poema muito bom. O meu abraço ao Pedro.
    Beijos amiga.
    Victor Gil

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  12. E em cada canto deste vasto mundo se esconde um instante de agonia.

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  13. Olá taís... gosto de estar aqui, as vezes passo leio e me vou...hoje resolvi deixar uma palavrinhas...
    seu jeito de escrever me envolve... leio até o fim sem cansar...

    beijos...

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  14. Olá Minha amiga Taís,

    Nesta poesia, Pedro Luso nos transporta elegantemente ao ambiente de um fino bar.

    Poesia suaaaave, gostoooosa de se ler e muito bem representada pela gravura.

    Parabéns pelo conjunto da obra incluindo o marido.
    Beeeijos, amiga,
    Dalinha Catunda

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  15. Oi, Taís!

    Já havia me sentado à essa mesa. Só não me lembro em qual blogue. Mas acho que foi no do Pedro mesmo.

    Poema de atmosfera embriagadora. Lindo!

    Bjs procê e para o Pedro. Inté!

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  16. Olá Tais
    Em mesa de bar, sempre existem momentos de nostalgia e reflexão. A bebida, a música, as pessoas buscam ficarem menos sós e enganar a solidão.
    Beijos

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  17. Tão delicada e, a um tempo, dona de si, violenta. Li e (re)-li para não perder a força que as palavras carregam. Bjo

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  18. Muito, muito bom. Adorei o estilo!!!
    O autor é Pedro Luso? Gostei mesmo!!!
    Parabéns!!!!

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  19. Tais

    Estou passando para agradecer sua especial visita...e dizer que maravilhei-me com o que aqui vi.
    parabéns.
    um grande abraço

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